 |
A História da Humanidade explica porque a busca por um pênis maior.
Introdução
Nos tempos atuais, não é demais afirmar que, para o homem, seu órgão genital é a parte mais importante do seu corpo. Ele pode esquecer de um ferimento no seu braço, do formato de suas pernas, da cor da sua pele, mas jamais das formas do seu pênis. Dá a ele mais atenção, afagos, zelo e proteção do que a qualquer outra parte do seu corpo. Seu orgulho e sua auto-estima são diretamente proporcionais à sua satisfação pessoal com o próprio pênis.
Os Primórdios
Durante milênios, a participação masculina na procriação foi ignorada. A fertilidade era considerada característica exclusivamente feminina, e o ventre era o órgão cultuado pelo seu poder reprodutor. Os primeiros registros desse culto essencialmente matriarcal datam da Era Paleolítica (25 mil a 10 mil a.C.) com a Vênus de Willendorf. Seu ventre cheio, os seios fartos e a menstruação eram o símbolo máximo da fertilidade.
Até o período neolítico, há cerca de 5 mil anos, o homem ainda não sabia qual era a sua função na geração de uma nova vida. Acreditava-se que a vida tinha início nas águas, nas pedras, nas árvores ou nas grutas, antes de serem introduzidas por um sopro no ventre da mulher. Todavia, no momento em que o homem domesticou os animais, percebeu que para a procriação era necessário o sêmen do macho. A partir daí houve uma ruptura na história da humanidade. O homem, enfim, descobre seu papel na concepção.
O Culto Fálico

Nessa ruptura, o homem descobriu o valor de seu pênis. Num momento em que a fertilidade era tudo, o homem se viu transformado no grande fertilizador da terra. Desse momento em diante, a estrutura da sociedade passou a ser essencialmente patriarcal. Afirmando que seu sêmen que implantava a vida no útero da mulher, o homem passou a considerá-la como uma simples hospedeira da vida. O pênis se transformou então em um objeto natural de adoração, suplantando o ventre feminino.
Desde então, o culto fálico tem sido verificado em inúmeras culturas e povos, associado a força, coragem e poder.

No Egito, nos tempos de Sesostris I (1900 a.C.), o deus Min se apresentava como uma figura humana possuidora de um falo de enormes dimensões, em permanente ereção. Era considerado o deus dos caminhos, guia e protetor dos viajantes.
Na Grécia, o deus Príapo era representado por um homem com um grande pênis, que, por maldição de Hera, vivia sempre ereto. Era considerado o deus dos campos e do gado. Vem daí a expressão priapismo, que consiste numa ereção prolongada e muito dolorida, causada por trauma e algumas doenças. A expressão Falocracismo também vem dessa época, quando a nobreza da Grécia se reunia na Ágora para decidir a política da cidade, e o tamanho do pênis era o critério de desempate nas disputas entre os candidatos.
O culto fálico influenciou até mesmo as leis que unificaram a Babilônia. O famoso Código de Hammurabi (1750 a.C.) foi cravado em uma enorme pedra em formato de um falo. Esse impressionante monumento encontra-se exposto no museu do Louvre, em Paris.
A cultura romana se nutriu de deuses do Oriente e da Grécia. Por isso, o falo foi entre os romanos um símbolo onipotente, vinculado à religião e à magia. Os romanos abasteceram de falos todos os povos do seu vasto império.
Na Capadócia, as sacerdotisas celebravam procissões portando um grande falo, que era venerado e exaltado como corpo gerador da vida.
Os tempos atuais
Atualmente, é possível verificar como o culto fálico permanece presente na cultura de diversos povos.
Na Índia, o deus Xiva é representado por um enorme falo, que diz: “Eu não sou diferente do falo, o falo é idêntico a mim, e portanto deve ser adorado”. O Xivaísmo é um culto dentro do Hinduísmo.

Na Tailândia, em Bangkok, existe um templo dedicado à fertilidade, que tem ao seu redor um campo povoado de figuras fálicas.
No Peru, a cultura pré-colombiana Mochica utilizava uma figura com um pênis descomunal, por cujo orifício se bebia a chicha e outras aguardentes religiosas, propiciadoras de fertilidade. Esse costume ainda existe em algumas tribos.

Em diversas culturas africanas é possível encontrar objetos fabricados para o uso cotidiano, que segundo suas crenças possuem poderes mágicos, e servem os cultos da fertilidade e da procriação, tão importantes à sobrevivência daqueles povos. No próprio candomblé trazido da África para o Brasil, o Imole Exu, responsável pela procriação na terra, é mostrado como um grande pênis.
A Busca pelo Aumento do Pênis
Com o culto ao falo presente em diversas culturas, tanto orientais quanto ocidentais, seria natural que alguns povos desenvolvessem formas de como aumentar o tamanho do pênis, o que lhes traria a almejada sensação de força, coragem e poder. E foi baseado em costumes milenares de aumento de diversas partes do corpo, como lóbulos da orelha, lábios, pescoço, entre outros, que algumas tribos passaram a utilizar pesos, que, pendurados ao pênis exercendo uma tração constante, proporcionavam um crescimento peniano contínuo.

Em diversas tribos africanas e brasileiras, como os Sateré-Mawé na Amazônia, são introduzidas peças de madeira ou osso dentro dos lábios inferiores e superiores. O mesmo procedimento é feito com o lóbulo das orelhas. O que se percebe claramente nesses casos é o aumento definitivo daquelas partes do corpo, visto que mesmo depois da retirada das peças a área expandida não retrocede.

Um dos casos mais impressionantes já registrados é o das “mulheres-girafa”, da tribo Paduang, na Birmânia. Ainda adolescentes, elas introduzem anéis metálicos ao redor do pescoço, e vão gradativamente aumentando o número de anéis, à medida em que o pescoço vai se expandindo. Como resultado, o pescoço dessas mulheres fica tão grande que, caso retirem os anéis que o sustenta, correm o risco de terem o pescoço quebrado com movimentos mais bruscos. Assista ao vídeo.

Na busca pelo aumento peniano, algumas tribos, como os Karamojong no norte da Uganda, utilizam a técnica de colocação de pesos no pênis desde a infância, e chegam na idade adulta ao desenvolvimento de pênis de 45cm de comprimento (Revista Stern nº 49, 30.11.1995). Da mesma forma, os Sadhus, na Índia, aumentam o tamanho do pênis indefinidamente, sem que haja nenhuma perda funcional, do contrário as índias Sadhus já teriam posto fim a esta tradição há muito tempo. Ainda hoje essas técnicas são utilizadas, embora seu emprego esteja reduzido aos “homens sagrados” da tribo, uma vez que os membros ordinários trabalham na agricultura, em serviços domésticos ou em pequenas fábricas. Ainda assim, em cerimônias religiosas e comemorativas colocam seus adornos e marcham em grupos usando apenas os pesos pendurados em seus falos.
Constatações Históricas
A valorização do pênis de grandes proporções, nos dias atuais, tem suas origens em culturas milenares, nas quais tinha-se o pênis como símbolo maior da fecundidade, da masculinidade e do poder. Esse sentimento permeia nossa cultura atual, e não há motivos para duvidar que permanecerá arraigado em nossos costumes por séculos adiante.
Assim sendo, buscar alternativas para aumentar a medida peniana nada mais é do que atender a um sentimento intrínseco à natureza humana. E, graças aos estrondosos avanços médicos verificados especialmente no século XX, hoje é possível alongar e engrossar o pênis por meio da tração controlada com o uso do Phalosan.
|
|